Vinho     


Para os loucos por vinho…     

São Paulo ganha centro de formação e treinamento para sommelier e enófilos

Wine Senses terá espaço na capital paulista para ministrar cursos que envolvem todo o universo dos vinhos

Wine Senses terá espaço na capital paulista para ministrar cursos que envolvem todo o universo dos vinhos

O inverno é uma estação perfeita para as pessoas que gostam e sabem apreciar um bom vinho. E São Paulo acaba de ganhar um centro de formação na bebida. Trata-se de um projeto da Wine Senses, empresa especializada em formação vínica, que inaugurou um espaço dedicado à formação e profissionalização de sommelier – ou ‘escanção’, como se diz em Portugal. Lá, oferecem ainda ferramentas e aprofundamento a empresários do setor, tais como donos de importadoras, bares, restaurateurs, além de enófilos. “A profissão de sommelier é uma das mais importantes, pois este profissional tem a capacidade de reunir, em um só momento, os mais delicados sentidos e, com habilidade, faz a diferença para qualquer empreendimento de sucesso.”, diz José Carlos Santanita, diretor da empresa e “escanção” premiado. Por isso, as turmas dos cursos – que terá uma temática bem variada em torno do universo que envolve os vinhos – serão propositadamente pequenas, com no máximo 15 alunos. “Trata-se de um curso bem individual e pessoal. Além da parte emocional de uma refeição, o sommelier é fundamental na gestão da adega e das vendas de um restaurante”, completa Santanita. Nas aulas, o foco na produção vinícola internacional, as possibilidades de harmonização e o aprofundamento nas questões que cercam a bebida como serviço, etiqueta e cultura serão diferenciais de apredizado. Com horários variados, de acordo com o tema, contam com a surpevisão e apoio de um time de wine educators.  A Wine Senses é filiada à AEP (Associação dos Escanções de Portugal) e uma das fundadoras da ASI – Associação Internacional de Sommeliers.
WINE SENSES
Centro de Formação e Treinamento Sentidos do Vinho
Tels.: 55 (11) 3253-6693 | 3253-6692
www.winesenses.com.br

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Os vinhos da Casa Valduga, no Brasil e no Exterior     

É o respeitado crítico britânico Hugh Johnson em seu Guia 2015 quem adverte: no Brasil, procure pela Casa Valduga!

Por Silvia Cintra Franco

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Efetivamente, a Casa Valduga tem qualidade e diversidade: bons espumantes (de todos os preços, desde a novidade Arte Tradicional Brut Rosé até o especial 130), brancos de excelente relação custo benefício como o Leopoldina, um chardonnay elegante de aromas cativantes, delicioso em boca e um tinto premium, o Raízes, um vinhaço com as castas cabernet Sauvignon, cabernet franc, tannat. Apenas 12 mil garrafas!
A novidade é o Arte Tradicional Brut Rosé, um espumante de cor rosé salmão e um show de borbulhas que se desprendem da taça e sobem vivazes e constantes. Os aromas se desprendem intensos já na abertura da garrafa. Frutas vermelhas, toque floral, fruta seca, anis. Cremoso e aveludado. Harmoniza com o verão, massas, peixes, carnes brancas. Excelente relação preço qualidade. R$34,50 no site www.meuvinho.com.br/Casa+Valduga+Arte
A vinícola possui a maior cave de espumantes da América Latina, com capacidade para abrigar mais de seis milhões de garrafas. Tem um enoturismo muito bem organizado, uma pousada para receber os visitantes que desejam participar da vindima e um restaurante muito bom. Está presente em 24 países, em quatro continentes, e já foi destaque de matéria do Wall Street Journal com direito à foto de meia página! Concentra sua produção em três regiões ao sul do Brasil: Serra Gaúcha, Campanha e Serra do Sudeste. Esses três terroirs dão origem a suas linhas de vinhos: Leopoldina, Raízes e Identidade, respectivamente. Além dessas regiões, possui projetos internacionais em Portugal, Argentina e Chile, com vinhos desenvolvidos especialmente para a linha Mundvs e supervisão dos enólogos da Casa Valduga, que utilizam as variedades emblemáticas de cada região vitivinícola.

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Celebre as festas com borbulhas que são a sua cara!     

Celebre as festas  com borbulhas que são a sua cara!

Borbulhas não são todas iguais. Celebre com as que têm mais a ver com você!

Por Silvia Cintra Franco

Já que festa, natal e réveillon se comemoram com borbulhas, escolha as que mais têm a ver com sua festa e seu espírito!

Já que festa, natal e réveillon se comemoram com borbulhas, escolha as que mais têm a ver com sua festa e seu espírito!

 

Você sabe o que há em comum entre os espumantes como champanhe, cava, prosecco ou espumante? As borbulhas. E ponto! Praticamente a única coisa que eles têm em comum são mesmo as borbulhas. O demais são diferenças! E já que festa, natal e réveillon se comemoram com borbulhas, escolha as que mais têm a ver com sua festa e seu espírito! Os champanhes passam todos por um período sobre leveduras, deitadinhos na cave, fermentando aquela segunda fermentação que resulta em borbulhas festivas e alegres. E ali ganham em complexidade, encanto e graça. E há os mais sérios e os mais alegres e festivos! Mais austeros como os Henriot (imp. Vinci) e mais brincalhões como os Taittinger (imp. Interfood). Se quiser gastronômicos, vá de Drappier (imp. Zahil) cuja base é a pinot noir e acompanha bem as carnes. Vai presentear alguém que bebe rótulo? Vá de Barons de Rothschild, um champanhe bem feito e correto (imp. Vinci).
Mas se você quiser surpreender o amante e conhecedor de champagne, presenteie com champanhes artesanais de prequenos e meticulosos vignerons como Camille Bonville (imp. Hedoniste) e Maxime Blin (imp. Vinea)! Têm preço melhor do que as marcas de champagne de volume e uma qualidade distintamente superior.
E cavas? Cavas usam as uvas da Catalunha: macabeo, parellada e xarel-lo (e, mais recentemente, chardonnay). São festivas e mais leves que champagnes, mas há exceções! Um grande cava pode eclipsar muito champagne simples! Prove os da Juvé Y Camps de aromas sedutores e muito elegantes (imp. da Premium Drinks Brasil).
O Prosecco é feito com a uva glera da região de Prosecco. Aqui a fermentação acontece dentro de um tanque fechado que previne a saída do gás carbônico, CO2. O que mais há no mercado é prosecco sem qualidade, e se você deseja excelência vá de Prosecco Superiore Carpenè Malvolti DOCG (imp. Franco Suissa). É uma beleza!
O Brasil é reconhecidamente muito bom de espumante! A dica são três brasileiros pelo método tradicional: o Bueno Prestige Cuvée, um belo espumante cheio de nuances e delicadezas, e o Miolo Cuvée Tradition. E os da Cave Geisse sempre muito bons!
E se você gosta de vinhos naturais e biodinâmicos, vá de Cave Geisse Espumante Nature ou Champagne Domaine Laherte Frères na Enoteca Saint Vin Saint!
Como dizia Lilly Boulanger, “Eu só bebo champanhe quando estou feliz, e quando estou triste. Às vezes eu bebo quando estou sozinha. Quando tenho companhia, considero obrigatório.”
Pois comemore e compartilhe a sua festa com as borbulhas que são a sua cara e o seu espírito!

 

 

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Odfjell, orgânicos nos vinhedos, biodinâmicos na cantina e deliciosos na taça!     

Odfjell é o nome desta bodega premium chilena que o armador norueguês Dan Odfjell construiu dentro dos princípios da agricultura orgânica e da biodinâmica, certificadas por IMO Suiça e biodinâmicas por Demeter.

Por Silvia Cintra Franco

Vinhos Odfjell importados pela World Wine: grande variedade de vinhos com conceitos de sustentabilidade

Vinhos Odfjell importados pela World Wine: grande variedade de vinhos com conceitos de sustentabilidade

Hugh Johnson 2015 lhe confere 3 em 4 estrelas e seus vinhos são efetivamente bem feitos e deliciosos na taça. E seu Orzada, Aliara e Winemaker’s recebem mais de 90 pontos Descorchados.
Além de ser pioneira no manejo orgânico de seus vinhedos, a Odfjell, trabalha com os conceitos de sustentabilidade, o total respeito pela agricultura e pelo meio ambiente.

E seus vinhos orgânicos no vinhedo, biodinâmicos na cantina, são deliciosos na taça!
Importação da World Wine, a dica para o dia a dia é a linha Armador, R$49, com vinhos produzidos desde 1999, 100% frescos, balanceados e com grande expressão de suas variedades: sauvignon blanc, carmenere, syrah, cabernet sauvignon.
Para finais de semana, vá de Winemaker’s Travesy 2009 à base de Malbec 43%, Carignan 32% e Syrah 25% (R$98) e ocasiões especiais Odfell Malbec 2010 de aroma sedutor, único e diferente do argentino, fino e elegante (R$285).

A linha Orzada representa o espírito pioneiro e inovador da família, por produzir vinhos memoráveis, elegantes, complexos e gastronômicos; o nome é um termo náutico que define a navegação contra o vento antes de se firmar numa direção. (R$87)
O vinho ícone Aliara: é um blend com mais de 10 safras históricas, de produção limitada e composição feita para dar um maior equilíbrio e perfeição. (R$154)
Orgânicos e biodinâmicos, os vinhos Odfjell são saborosos na taça!
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Vinhos bons que cabem no bolso     

Não basta oferecer vinho bom, em tempos bicudos, o vinho tem de caber no bolso…

Por Silvia Cintra Franco

Vinhos importados pela Zahil: Château des Cabans Médoc Cru Bourgeois (R$109) e Beau Rivage Premium Bordeaux Supérieur (R$69)

Vinhos importados pela Zahil: Château des Cabans Médoc Cru Bourgeois (R$109) e Beau Rivage Premium Bordeaux Supérieur (R$69)

E a Zahil, que tem grandes nomes do vinho em Piemonte, no Líbano, na Borgonha, no Chile e na Nova Zelândia saiu a campo em busca do vinho bom e da melhor relação preço x qualidade, aquele que cabe no bolso achatado dos amantes do vinho nestes tempos de inflação fora da meta.
A dica vai para o branco cítrico e leve Lupi Reali Tre-bbiano d’Abruzzo (R$56), o honesto Beau Rivage Premium Bordeaux Supérieur (R$69) e o surpreendente Château des Cabans Médoc Cru Bourgeois (R$109).
Lupi Reali Trebbiano d`Abruzzo Branco – R$56
Valle Reale, Abruzzo – 100% Trebbiano e 100% orgânico
Um branco que surpreende. Cítrico, com notas de mel, leve e mineral. Fresco.

Lupi Reali Montepulciano d`Abruzzo Tinto – $56
Valle Reale, Abruzzo – 100% Montepulciano
Acidez gastronômica para acompanhar refeições, massas e pizzas. Frutas maduras, médio corpo e taninos presentes. Uvas adquiridas de vinhedos de parceiros.

Beau Rivage Premium Bordeaux Supérieur – R$69
Borie-Manoux, França – Merlot 60% e Cabernet Sau-vignon 40% com passagem em carvalho de 6 meses.
Um bordeux simples e de bom preço. Equilibrado e elegante. Frutas maduras, taninos médios e persistência.

Valle Reale Montepulciano d`Abruzzo – R$103
Valle Reale, Abruzzo – 100% Montepulciano, uso de leve duras indígenas (não compradas em mercado)
Com uvas de vinhedos próprios, este é um tinto de aromas sedutores, redondo em boca e acidez bem italiana, i.e., gastronômica. Frutado e com certa mi-neralidade, salinidade.

Château des Cabans Médoc Cru Bourgeois – R$109
Bordeaux – Um Cru Bourgeois delicioso!
Belo bordeaux a bom preço. Elegante, equilibrado, fino, delicado e com boa estrutura da cabernet sauvignon.
Parabéns à Zahil pela garimpagem!
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Os vinhos elegantes e cheios de charme da O. Fournier     

Oz Clarke fala de seus vinhos com grande entusiasmo, o mesmo Jancis Robinson. São vinhos do Novo Mundo com um acento e uma elegância européias. E deliciosos!

Vinhos O. Fournier: elegância, limpidez de aromas e pureza em boca

Vinhos O. Fournier: elegância, limpidez de aromas e pureza em boca

 

Por Silvia Cintra Franco 
Estamos falando dos vinhos de José Manuel O. Fournier que voltou ao Brasil, a convite de sua importadora, a Vinci.
O espanhol José Manuel O. Fournier faz vinhos em Mendoza (os AlfaCrux e BCrux), onde começou e onde ele e a família moram. Em seguida passou a fazer vinhos em Ribera del Duero (os Centauri) e no Chile, em Leyda, excelente terroir para brancos e no vale do Maule, belo terroir para tintos.
O que sobressai nos vinhos da O.Fournier, além da elegância, são a limpidez de aromas e a pureza em boca.
Não são vinhos comerciais, embora campeões em pontuação seja na Wine Spectator, seja com Jancis Robinson ou Robert Parker.
Para Oz Clarke 2014, os Alfa Crux são o top de linha, com seus exciting Tempranillo e Malbec de vinhas velhas do vale de Uco (Mendoza), enquanto seu Alfa Crux Malbec é um ícone da casta emblemática argentina. Para o crítico britânico o Sauvignon Blanc Centauri é excelente (como os que estávamos na degustação pudemos constatar) e o tinto à base de Carignan de vinhas velhas também.
A dica é o Alfa Centauri Blend 2008, um vinhaço com 93 pontos Descorchados 2014 e O. Fournier Ribera del Duero 2005 outro vinhaço com 94 pontos Robert Parker. E o Carignan 2011, pela excelência da relação preço qualidade, carignan de vinhas de 80 anos a US$24,90.
Nós estivemos anos atrás em sua bodega “espacial”, cuja premiada arquitetura recorda uma nave, e nos encantamos não só com os vinhos, mas também com o restaurante, do qual a chef é Nadia, a esposa de O. Fournier, igualmente elogiado por Hugh Johnson.
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