PARAÍSO dos vinhos     


PARAÍSO dos vinhos

Alta qualidade faz Região do Tejo virar rota obrigatória para sommeliers, enólogos e apaixonados pela bebida mais elegante do mundo

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A proximidade ao Rio Tejo faz com  que a região produza vinhos brancos ricos, frutados  e de excelente acidez, além de tintos elegantes,  complexos e encorpados.

A proximidade ao Rio Tejo faz com que a região produza vinhos brancos ricos, frutados
e de excelente acidez, além de tintos elegantes, complexos e encorpados.

Quem gosta, e principalmente, entende de vinhos, sabe que Portugal anda investindo pesado em qualidade e fazendo bonito nesse vasto universo que envolve uma das mais elegantes e apreciadas bebidas do mundo. Em especial a região do Tejo que se antes era conhecida como uma área de vinhos vendidos à granel, em grandes volumes e preços baixos, agora é vista com bons olhos por estimular os produtores vinícolas a usar tecnologia das mais modernas para buscar a alta qualidade de seus vinhos. Fora a valorização das castas e o maior cuidado com o solo, o plantio e a produção de uvas. “A região é a única comunidade vitivinícola baseada em torno do maior rio português, o Tejo, que percorre o país desde o seu interior até Lisboa. Além disso, tem condições naturais ideais para a cultura da vinha, permitindo-nos criar os mais diversos estilos de vinhos, consistentes, de grande qualidade, atraentes e indicados para todas as ocasiões.” diz João Silvestre, Diretor Geral da CVRTEJO. “Como enólogos portugueses de qualidade, somos mestres na arte de lotear vinhos feitos a partir de castas nacionais e internacionais presentes na região, criando vinhos que são distintos e sempre agradáveis.”
Localizada no coração de Portugal, a Região do Tejo está imemorialmente ligada à produção de vinhos. E são muitas as referências históricas aos Vinhos do Tejo. Mas essa guinada em qualidade fez com que a região ganhasse uma imensa projeção internacional e fosse definitivamente colocada como rota obrigatória entre enólogos e sommeliers do mundo inteiro. Hoje, Tejo é, sem dúvida, elemento dominante e contribui de forma decisiva pelo nível de seus vários Terroirs – extensões de terras ideais para a produção vitícola. Engloba as sub-regiões de Tomar, Santarém, Cartaxo, Coruche, Chamusca e Almeirim e é influenciada pelo clima sub-mediterrâneo, além do próprio rio Tejo, o que acaba produzindo vinhos brancos ricos, frutados e de excelente acidez, além de tintos elegantes, complexos e encorpados.
A região do Tejo abrange cerca de 10% da área total de Portugal, estabelecida quase no centro do país lusitano. O clima é moderado, com temperaturas médias que variam de 15 a 16°C, e índices pluviométricos em torno de 750 mm. O solo é constituído por terra fértil, perfeita para uvas brancas, e em algumas partes argilo-calcários, ideal para as frutas tintas. As uvas mais normais da região do Tejo são as brancas Fernão Pires, Chardonnay e Arinto, e as tintas Casta Castelão, Trincadeira, Aragonês, Touriga Nacional e parcelas das internacionais Syrah, Merlot e Cabernet Sauvignon. Além dos vinhos, o Tejo chama a atenção pelos belos castelos e mosteiros construídos por monges guerreiros como o Convento de Cristo e o Tesouro da Arte Manuelina, outrora sede da Ordem dos Templários em Portugal. Também pela capital Santarém e seus tesouros de arte gótica e as vilas que, no passado, serviram de residência para a nobreza portuguesa passar férias e temporadas de caça em suas ricas estâncias às margens do rio. Por lá também se encontram os famosos cavalos da raça Puro-Sangue Lusitano, um animal nobre de postura grandiosa, temperamento inteligente e gentil, que é criado livremente nos campos de pastagens próximos ao Rio Tejo. Um lugar lindo, cheio de histórias e um paraíso de vinho da melhor qualidade. Precisa mais?